quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Quem sabe um dia!

Foto

Quem sabe um dia
O sol venha tão quente
E marque dentro da gente
Para nunca mais sair
Qual chaga feita com dor
Por perder aquele amor
Que outrora eu vi partir

Lava escura e petrificada
Que só a doce amada
A voltar a minha vida
Tornará incandescida
Com o calor do doce beijo
Que toda noite desejo
Mas não está aqui

Até a lua que já foi nossa
Sem brilho, agora esboça
Triste olhar e face fria
Lá no alto, roga em meu nome
Deus, escute aquele homem

“Quem sabe um dia
Eu reconquiste para sempre
O amor dessa guria”

COMO LIDAR COM UM ALCOÓLATRA



O álcool é uma droga que causa dependência e, com o uso excessivo por um longo período, o organismo desenvolve tolerância a altas doses.
Não existe uma causa única para o alcoolismo. Essa doença pode originar-se, por exemplo, de um problema psicológico; ou ainda ser uma válvula de escape para um trabalho particularmente estressante ou apenas surgir por causa da influência da companhia de amigos que bebem muito e podem ser dependentes do álcool.
Da mesma forma, o alcoolismo apresenta-se sob várias maneiras.
Algumas pessoas passam longos períodos sem beber uma gota sequer e, em seguida, entregam-se a prolongadas "bebedeiras", durante as quais acham inpossível parar de beber. Outras dificilmente ficam bêbadas, mas passam o dia bebendo pequenas quantidades de álcool, desde a manhã até a noite.

Qualquer que seja a causa ou o padrão do alcoolismo, lembre-se: Você não pode fazer que um alcoólico pare de beber. É ele quem tem de tomar essa decisão sozinho.

Há, no entanto, várias atitudes que podem ser tomadas para encorajar um comportamento positivo a respeito do problema e auxiliar no processo de recuperação:

O QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER

* Não comece também a beber. Maridos e mulheres de alcoólicos crônicos estão sujeitos ao estresse e à tensão adicionais de viverem com alguém que bebe e, às vezes, sucumbem à mesma doença de seus cônjuges.

* Não arrisque seu próprio bem estar físico e mental. Certifique-se de proteger a sua saúde e defenda atitudes construtivas.

* Não importune, repreenda ou se envolva em situações que provoquem raiva. Todas as abordagens hostis humilham a pessoa que bebe. Elas podem gerar violência ou causar no alcoólico sensação de ausência de valor pessoal, para a qual a bebida já se tornou o remédio.

* Não tente barganhar com as emoções do alcoólico, numa tentativa de fazer que ele pare de beber. Não peça ao alcoólico, por exemplo, que demonstre amor por você deixando de beber, pois ele não conseguirá livrar-se do vício imediatamente, e isso aumentará a frustração dele. Da mesma forma, não ameace abandoná-lo, a menos que você pretenda realmente levar adiante tal ameaça.

* Não jogue fora as garrafas que achar escondidas pela casa. Você se arrisca a provocar violência e destruir os laços de confiança que ainda possam existir. O alcoólico encontrará maneiras de obter mais suprimentos. E, caso não consiga mais bebida, a abstinência forçada vai apenas precipitar uma crise com a qual você pode ser incapaz de lidar.

* Não tente encobrir o hábito do alcoólico, protegendo-o das conseqüências de seu vício. Esse erro, com freqüência, se manifesta por meio do pagamento das dívidas assumidas pelo alcoólico. No caso de dívida em dinheiro, deixe que ele enfrente o problema. Ao suavizar o caminho, você age apenas como um "facilitador", encorajando indiretamente o hábito de beber.

* Não se deixe enganar por promessas lisonjeiras. Se a resolução de parar de beber é tomada, certifique-se de que ela se apóie em ações definitivas, tais como procurar o médico da família ou entrar para os Alcoólicos Anônimos.

* Não perca a esperança. No final, a maioria dos alcoólicos que resolve enfrentar o problema e aceita ajuda qualificada consegue se recuperar. Em cada três alcoólicos, um acaba recuperando-se completamente e outro pode melhorar bastante após o tratamento. Portanto, não fique de braços cruzados.


O QUE PODE SER FEITO PARA AJUDAR

* Reconheça que o alcoolismo é uma doença. Não há vantagem alguma em considerá-lo um sinal de fraqueza ou de comodismo ou em tentar fugir da realidade.

* Junte-se ao Al-Anon, uma associação para a família e os amigos dos alcoólicos. Aprenda o máximo que puder sobre a doença e freqüente as reuniões com regularidade.

* Encoraje a pessoa que bebe a ingressar nos Alcoólicos Anônimos (AA). Faça a sugestão com cuidado e ofereça-se para acompanhá-la nas reuniões de abertura. A freqüência não é obrigatória e a pessoa não precisa identificar-se pelo nome completo.

* Deixe material informativo, como os panfletos do AA, espalhados pela casa. O indivíduo que bebe pode aborrecer-se com preleções, mas, por outro lado, poderá ler os folhetos quando você não estiver por perto.

* Se a pessoa que bebe demonstrar interesse em parar de beber, encoraje-a a procurar o médico da família ou um religioso. Com freqüência costuma haver relutância em procurar um médico, mas maior disposição em falar com um religioso. Este poderá, então, persuadir aquele que bebe a procurar orientação médica.

* Encoraje firmemente os hobbies e as atividades que interessem àquele que bebe, contanto que o mantenham afastado do álcool. Tente evitar tudo aquilo que de alguma forma esteja ligado às bebida, como qualquer tipo de atividade que aconteça em um bar.

* Se ocorrer uma crise, por exemplo, por causa de dívidas não pagas, deixe que a pessoa que bebe enfrente o problema. Caso ela lhe peça ajuda, sugira que se comunique com os Alcoólicos Anônimos: a organização está habilitada para aconselhamento em problemas especializados.

FONTE/AUTOR: Redaçao do Saúde Informaçoes

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

NÃO IMAGINA COMO É DIFÍCIL SEM VC SLASH

 
 
 
 
 
 
 
Slash, vc não imagina o quanto sentimos por ter nos deixado. Imaginávamos que seria por muito tempo, mas, nem tudo é como queremos. Todos nós ficamos muito triste, inclusive sua grande amiga Babi, que agora fica mais tempo com o Bile. Sofri junto com você durante os três dias que ficou muito  doente. Inclusive quando não respondia mais as dores das injeções, que não foram poucas. Te digo uma coisa, nunca vamos esquecer da sua amizade, do seu carinho, da sua atenção, até mesmo quando eu passava que fechava a porta e você mais do que depressa agarrava minha perna pra que eu não saísse de perto de você. Foram momentos de profunda alegria e companheirismo e só podia vir de um cão tão especial. Aquela caminha na Br jamais iremos esquecer de como se comportou em caminhar pela primeira vez ao lado de mais dois amigos: Babi e Bile. Te amamos sempre, meu grande e eterno amigo Slash.

sábado, 14 de janeiro de 2012

VISITA AO GREGÓRIO /14/01/2012

Cão assustado 

 Br 364/ sentido Cruzeiro do Sul



imagem perfeita 







 Conversa entre amigos
 Cão observando o movimento do restaurante

Gato não concordo com a latinha fora do lixo

Novo amigo

Balneário

Crianças vendem mandioca na beira da estrada

 Movimento na Br
após o almoço no restaurante do Gregório


Lixo jogado na lateral da BR 364/ C

Crianças saem felizes com o refrigerante e a bananinha que ganharam 

Precisando de atenção

água maravilhosa 

O que a natureza nos oferece

Bois descansa após o almoço

Banho para refrescar

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

IMAGENS DO DIA

 garças voam ao entardecer 
 Palmeira ao lado da br 364
 Cão no bairro do corcovado
imagem perfeita para fechar uma tarde de terça feira